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	<title>biras&#039;oares &#187; internet</title>
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		<title>Web 2.0</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 21:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biras</dc:creator>
				<category><![CDATA[mídias]]></category>
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		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Na história, só é possível analisar um fato histórico depois de algum tempo de acontecido e como a Web 2.0 está em construção, trazendo-nos grande quantidade de inovações a cada momento, ele ainda não tem sua forma final. Nós estamos&#160;&#160;<a href="http://biras.com.br/2010/01/web-2-0/">more...</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Na história, só é possível analisar um fato histórico depois de algum tempo de acontecido e como a Web 2.0 está em construção, trazendo-nos grande quantidade de inovações a cada momento, ele ainda não tem sua forma final. Nós estamos moldando a Web 2.0.</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O termo foi criado por Tim O’Reilly e tem o seguinte conceito na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal" target="_blank">wikipédia:</a></span></span></p>
<blockquote><p>
Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, e um entendimento das regras para obter sucesso nesta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos de rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a inteligência coletiva.
</p></blockquote>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm;" align="right"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong><span id="more-557"></span></strong></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<div align="center">
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<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Abaixo seguem algumas opiniões de quem faz hoje a Web 2.0:</span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Web 2.0 aponta para uma mídia popular, independente de grandes corporações, recriada pelos seus próprios usuários.”</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Frederick van Amstel – é mestrando em Tecnologia pela UTFPR e edita o blog <a href="http://www.usabilidoido.com.br/"><strong>Usabilidoido</strong></a></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">&#8220;Web 2.0 é o termo usado para identificar uma nova forma de navegar pela internet e, conseqüentemente, de desenvolver aplicações orientadas à esta nova geração de internautas.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Diego Polo – criador do <a href="http://www.linkk.com.br/"><strong>linkk</strong></a></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">&#8220;Web 2.0 é um novo paradigma na utilização e criação de web sites mais participativos e colaborativos.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Fabio Seixas – criador do <a href="http://www.camiseteria.com/"><strong>Camiseteria</strong></a></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">&#8220;Mudança ocorrida na vida dos usuários que com a banda larga passam mais tempo on-line e exercem massivamente o potencial interativo da Internet.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><a href="http://nepo.com.br/" target="_blank"><strong>Carlos Nepomuceno</strong></a> – autor do livro Conhecimento em Rede </span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">&#8220;Web 2.0 usa a web como plataforma de socialização e interação entre usuários graças ao compartilhamento e criação conjunta de conteúdo.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Guilherme Felitti – repórter do <a href="http://idgnow.uol.com.br/"><strong>IDG Now!</strong></a> e mestrando em Web 2.0 </span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">&#8220;Na web 2.0 não somos mais nômades caçadores-coletores: temos nome, plantamos conteúdo, colhemos conhecimento e criamos novos mundos.&#8221;</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Rene de Paula Jr – projetos especiais, Yahoo! Brasil e editor do blog <a href="http://www.usina.com/rodaeavisa"><strong>Roda e Avisa</strong></a></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<blockquote><p>Tenho uma opinião parecida ao da maioria acrescentando apenas a interação entre Mídias Sociais, Websites, Blogs Corporativos praticamente numa identidade única, também a Web 2.0 nos trás a navegação em nuvem que abaixo estará mais elucidada, mais significa esta sua identidade virtual online em qualquer lugar enfim, a capacidade  de processar e armazenar dados está se deslocando dos computadores para a internet. É a <strong><em>Cloud Computing</em></strong>, que veremos a seguir.</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Bira Soares</strong> – Web Designer – editor do site <a href="http://biras.com.br"><strong>biras.com.br</strong></a> </span></span></p>
</blockquote>
<p align="center">&nbsp;</p>
<h2 align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">Navegação em Nuvem:</span></h2>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Computação nas nuvens, do inglês <strong>cloud computing</strong>, é o futuro da internet segundo o <a href="http://www.google.com.br" target="_blank">Google</a>. Neste futuro as pessoas não precisarão instalar mais softwares. Tudo girará em torno da internet, que será uma plataforma completa de aplicações. O Google acredita nesta idéia e <a href="http://mail.google.com/mail?hl=pt-BR" target="_blank">GMail</a> e <a href="https://www.google.com/accounts/ServiceLogin.html" target="_blank">Google Docs</a> são alguns exemplos.</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">As informações, cada vez mais aumentando, estarão disponíveis de uma forma mais acessível e cada vez mais irá crescer o mercado de &#8220;serviços online&#8221; estimativa da revista <a href="http://veja.abril.com.br/" target="_blank">VEJA</a>, edição 2125 <em>O Big Bang da Internet</em>  de agosto de 2009, em 2008 foram movimentados 46, em 2013 serão 150 bilhões de dólares, com isso, diminuirá o preço dos computadores, aumentando a presença online de empresas e fornecedores de serviços.</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Eu diria que o computador do futuro é a internet. Hoje, se você tem um problema no computador, está tudo perdido, é terrível. Mas, com a computação nas nuvens, não importa se você usa o celular, o computador ou qualquer outro aparelho, tudo estará guardado na internet, diz Eric Schmidt, presidente do Google na Califórnia.</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se Google estiver certo sobre a computação nas nuvens, as empresas mais tradicionais de tecnologia enfrentarão problemas. Por isso, para tentar alavancar essa área da internet, que já não teve muito sucesso, a <a href="http://www.microsoft.com/pt/br/default.aspx" target="_blank">Microsoft</a> tentou comprar a <a href="http://m.br.yahoo.com/" target="_blank">Yahoo!</a>. Como já mostrado pelo Google, ela não tenta comprar gigantes e sim cada vez mais comprar idéias para poder integrá-las ao Google. Uma de suas últimas aquisições foi o site <a href="http://googlediscovery.com/2008/03/11/googleclick-acaba-de-ser-aprovada/" target="_blank">Doubleclick</a>.</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O Google, conhecido pela sua poderosa ferramenta de busca, investe e acredita na computação nas nuvens, e quer sempre manter seu foco em novas tecnologias, procurando ser sempre o berço das inovações.</span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<h2 align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;">Mídias Sociais e Empresas: Uma Relação de Sucesso</span></h2>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Independentemente de como é feita sua estratégia de marketing nas mídias sociais, cada empresa tem grandes possibilidades para aproveitar nestas ferramentas. E a melhor forma de começar essa estratégia é seguindo alguns passos:</span></span></p>
<ul>
<li>Tenha um <a href="http://wordpress.com" target="_blank">blog</a> em seu site. É através dele que o conteúdo será gerado e consequentemente divulgado nas mídias sociais. Gerando assim uma grande interação entre seus clientes; </li>
<li>Possuir uma conta no <a href="http://twitter.com" target="_blank">Twitter</a> vai lhe dar um lugar para interagir com seu público e também promover os artigos do seu blog e de outras fontes que você achar interessante. É 	importante, porém, que não divulgue apenas seu conteúdo. Mostre que você faz parte da comunidade; </li>
<li>Criar 	uma página de fãs no <a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a>, principalmente se você trabalha com vendas internacionais. O Facebook não tem muita força no Brasil, porém, nos EUA é a rede mais 	acessada; </li>
<li>Utilizar páginas de perfil em mídias como <a href="http://www.stumbleupon.com/" target="_blank">StumbleUpon</a>, <a href="http://digg.com/" target="_blank">Digg</a> e <a href="http://delicious.com/" target="_blank">Delicious</a> lhe dará um lugar para criar links para seu conteúdo. Certifique-se também de criar links para seu site em seu perfil.</li>
</ul>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Esses são alguns passos básicos a se seguir, porém, não é só. As mídias sociais são um vasto campo para os usuários trabalharem suas marcas. Não se prenda ao básico, análise, estude e veja qual o melhor caminho para o seu sucesso. Aproveite tudo o que essa importante relação tem a oferecer.</span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
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		<title>Ser Designer é&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 14:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biras</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pequena lista no melhor estilo “Amar é…” mas para designers. Parabéns a todos os designers do Brasil e do mundo e vamos continuar na luta para que nossa profissão ganhe mais notoriedade!



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			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Encontrei este texto de autoria do <em><a href="http://design.blog.br" target="_blank" title="Design Blog">Canha</a></em>, navegando pela internet, mais especificamente por um post do <a href="http://twiter.com/biras" target="_blank">twitter</a>, e o que mais me chamou a atenção foi a fidelidade como ele descreve a função, claro que na parte gráfica não posso dizer muita coisa, mais quanto ao restante, tem diversas ações automáticas que já estamos abituados pela rotina em que parei e pensei, pô isso necessita de ser republicado e twitado diversas vezes pois trata se de uma realidade expressa de maneira clara, como poucas. Parabéns ao <em>Canha</em>, grande sacada, claro que a intenção é divertir mais apresento um outro lado, se você designer ou webdesigner parar para pensar por um momento e analizar sua rotina, ações inconsciêntes perceber, ver que <strong> é tudo verdade.</strong></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="right"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong><span id="more-415"></span></strong></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Fonte: <a href="http://design.blog.br" target="_blank">Design Blog</a></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<div align="center">
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<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<div align="center"><a href="http://www.biras.com.br/wordpress/faco/"><img class="aligncenter size-full wp-image-357" src="http://biras.com.br/wp-content/uploads/2010/01/bannerbiras4.gif" alt="Websites - Web Standards - Mídias Sociais - Marketing Digital - E-commerce - Tableless - SEO" width="500" height="131" /></a></div>
<p align="center">&nbsp;</p>
<div align="center"><img longdesc="#" src="imgs/serdesigner.jpg" alt="Ser designer é..." /></div>
<p align="center">&nbsp;</p>
<ul>
<li>ter o despertador avisar a hora de ir dormir, e não a hora de acordar;</li>
<li>ter uma diéta a base de café, Coca-Cola e RedBull;</li>
<li>ter fones de ouvidos quase implantados na sua cabeça;</li>
<li>tomar café da manhã, almoço e janta ao mesmo tempo;</li>
<li>ter os amigos dizerem “Que bonito isso!” mas não entenderem o conceito;</li>
<li>refazer um job pois ninguém entendeu o conceito;</li>
<li>ter mais fotos de coisas do que de sua família;</li>
<li>saber usar o Photoshop, Illustrator, InDesign e Dreamweaver mas não entender como rodar o Excel;</li>
<li>comprar revistas de R$ 50 mas não ter tempo de ler;</li>
<li>não conseguir olhar para qualquer coisa gráfica sem tentar melhorá-la na sua cabeça;</li>
<li>não conseguir andar pelo shopping sem criticar embalagens de produtos;</li>
<li>ouvir sua vó lhe apresentar orgulhosamente como “artista” para amigos;</li>
<li>sua mãe achar que você trabalha com computadores;</li>
<li>ser confundido como “técnico em informática” pois “você passa muito tempo na frente daquele tal computador”;</li>
<li>cobrar o cliente constantemente o briefing e materiais para não estourar o cronograma;</li>
<li>cliente demorar para enviar o briefing e materiais e depois reclamar que você está estourando o cronograma;</li>
<li>terminar o projeto após 3 meses e 20 rodadas de aprovação para o cliente dizer “não sei…acho que não ficou muito legal”;</li>
<li>passar metade do projeto convencendo o cliente que você sabe o que está fazendo;</li>
<li>passar a outra metade do projeto explicando ao cliente que você está cobrando pelo seu conhecimento;</li>
<li>ter alguém dizer “Meu sobrinho também faz dizáin“. E quando  questionado sobre em qual período ele se encontra, escutar um “Tá  terminando o Ensino Médio”;</li>
<li>acordar se sentido um “garoto de programa” pensando em duas coisas:  1) você precisa parar com isso. 2) você precisa cobrar mais caro por  isso;</li>
<li>passar metade da vida falando pra todo mundo que “logomarca” não existe;</li>
<li>desistir de ensinar a todo mundo que “logomarca” não existe;</li>
<li>estranhar aquela luz amarela no céu quando você finalmente sai de casa durante o dia;</li>
<li>ter que explicar a um cliente que uma gráfica não imprime uma imagem  JPG com resolução de 72dpi e em RGB para fazer um outdoor;</li>
<li>ter que explicar ao cliente o que é JPG, dpi, RGB e “cêmique“;</li>
<li>ter que explicar que Pantone não é aquele pão com frutas cristalizadas que vendem no natal;</li>
<li>acordar dia após dia, sabendo que essas coisas nunca vão mudar e  mesmo assim pensar: “Eu não me vejo fazendo nada melhor na vida. Amo  tudo isso”</li>
</ul>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Texto: Canha</span></span></p>
<p style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Fonte: <a href="http://design.blog.br" target="_blank">Design Blog</a></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mundo de Pontas &#8211; World of Ends</title>
		<link>http://biras.com.br/2010/01/mundo-de-pontas/</link>
		<comments>http://biras.com.br/2010/01/mundo-de-pontas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 21:39:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>biras</dc:creator>
				<category><![CDATA[Corporativa]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[A Internet é burra]]></category>
		<category><![CDATA[A Internet não é uma coisa é um acordo]]></category>
		<category><![CDATA[conceito]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome de erros repetitivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Mundo de pontas é um artigo fantastico que desmistifica a internet de maneira única, direta e fala diretamente a gravadoras e instituições paleoliticas que ainda nos fazem muito mal nesta internet de hoje. Apesar de ser um artigo velhinho creio que ainda temos muito a refletir sobre ele, claro além de ser um clássico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mundo de pontas é um artigo fantástico que desmistifica a internet de maneira única, direta e fala diretamente a gravadoras e instituições paleolíticas que ainda nos fazem muito mal nesta internet de hoje. Apesar de ser um artigo velhinho creio que ainda temos muito a refletir sobre ele, claro além de ser um clássico.</span></span></p>
<p align="justify" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Em menos de um dia, este artigo alcançou o primeiro lugar em vários índices importantes como <a href="http://technorati.com/blogs/top100/">TechnoRati</a> e <a href="#">DayPop</a></span></span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;" align="right"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><strong><span id="more-385"></span></strong></span></span></p>
<p align="justify" style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Por:  Doc Searls e David Weinberger </em></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<div align="center">
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</div>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.biras.com.br/wordpress/faco/"><img class="aligncenter size-full wp-image-379" src="http://biras.com.br/wp-content/uploads/2010/01/bannerbiras6.gif" alt="" width="500" height="131" /></a></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Há erros e há erros. Aprendemos com todos os nossos erros. Por exemplo: pensar que vender brinquedos para animais de estimação pela Web é um grande jeito de ficar rico. Não vamos repetir este. Outros erros repetimos muitas vez. Por exemplo, pensar que: </span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<ul>
<li>A internet, como é a TV, é um jeito de manter os olhos parados para anunciantes desfilarem comerciais; </li>
<li>A internet é algo que as telecoms e as empresas de mídia deveriam filtrar, controlar e de algum modo, &#8220;melhorar&#8221;. </li>
<li>Não é bom que usuários de diferentes sistemas de mensagens instantâneas se comuniquem pela internet. </li>
<li>A internet sofre de uma falta de regulamentações que protejam indústrias que se sentem ameaçadas por ela. </li>
</ul>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Quando se trata da Internet, muitos de nós sofrem da síndrome do erro repetitivo. Isso vale especialmente para editoras de revistas e jornais, rádio e TV, TV a cabo, a indústria de discos, a indústria de cinema, e a indústria telefônica, para mencionar apenas seis. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Graças à enorme influência dessas indústrias em Washington, a síndrome de erros repetitivos também afeta legisladores, reguladores e mesmo os tribunais. No ano passado a transmissão radiofônica pela Internet, uma indústria nova e promissora que ameaçava oferecer aos ouvintes escolhas muito superiores às oferecidas pelas cada vez mais uniformizadas (e <strong>paleolíticas</strong>) emissoras <strong>AM</strong> e <strong>FM</strong>, <strong>foi assassinada no berço</strong>. Armas, munições e ocasionais gritos de encorajamento foram supridos pelas gravadoras e pelo DMCA (Digital Millenium Copyright Act), que incorpora todos os receios dos dinossauros-alfa de Hollywood quando fizeram lobby para a sua aprovação pelo congresso americano em 1998.</span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>&#8220;A internet interpreta a censura como um defeito e roteia para contorná-la&#8221;</em></span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Foi uma frase famosa de John Gilmore. E é verdade. A longo prazo, rádio via Internet vai fazer sucesso. Sistemas de mensagens instantâneas irão se intercomunicar. <a href="http://www.biras.com.br/wordpress/faco/13-motivos"><strong>Empresas estúpidas vão ficar espertas ou morrer</strong></a>. Leis estúpidas vão ser revogadas ou substituídas. Mas por outro lado, outra frase famosa, esta de John Maynard Keynes, diz &#8220;a longo prazo, vamos estar todos mortos&#8221;. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Queremos que esta espera não seja assim tão grande mais para isso teremos que: </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Prestar atenção para o que a Internet realmente é, não é difícil, a internet não é mecânica quântica. Olhando de perto, nem é ciência de 6a. série. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Podemos acabar com a tragédia da síndrome do erro repetitivo nos nossos tempos e economizar alguns trilhões de dólares em decisões imbecis se lembrarmos de um simples fato: a Internet é um mundo de pontas. Você está numa ponta, e todos os outros, e todo o resto, estão nas outras pontas. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Claro, isso é uma declaração simplista sobre todo mundo possuir valor na internet. Mas também é o fato básico e palpável decorrente da arquitetura técnica da internet. E o valor da internet se baseia na sua arquitetura técnica. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Felizmente, a verdadeira natureza da internet não é difícil de entender. Na verdade, apenas uma dezena de afirmativas fazem a diferença entre a síndrome do erro repetitivo e a iluminação: </span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<ol>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#1">A Internet não é complicada.</a> </li>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#2">A Internet não é uma coisa, é um acordo. </a></li>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#3">A Internet é burra.</a> </li>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#4">Adicionar valor à Internet reduz o seu valor.</a> </li>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#5">Todo o valor da Internet cresce na sua periferia.</a> </li>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#6">O dinheiro se muda para os subúrbios.</a> </li>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#7">Não é o fim do mundo, é um mundo de pontas.</a> </li>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#8">As três virtudes da Internet:</a> </li>
<p align="center">&nbsp;</p>
<ol>
<li style="list-style-type: lower-latin;" style="margin:0.5cm 1cm 0cm;"><a href="#8a">Ninguém é dono.</a> </li>
<li style="list-style-type: lower-latin;" style="margin:0.5cm 1cm 0cm;"><a href="#8b">Todos podem usá-la.</a></li>
<li style="list-style-type: lower-latin;" style="margin:0.5cm 1cm 0cm;"><a href="#8c">Qualquer um pode melhorá-la.</a></li>
</ol>
<p align="center">&nbsp;</p>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#9">Se a Internet é tão simples, por que tantos se enganam sobre ela?</a></li>
<li style="list-style-type:decimal;"><a href="#10">Poderíamos parar de fazer certos erros imediatamente.</a> </li>
</ul>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="1">1</a> &#8211; A Internet não é complicada.</span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A idéia por trás da Internet, desde o início, foi aproveitar a força espantosa da simplicidade, tão simples quanto a gravidade no mundo real. Mas em vez de ajuntar pedrinhas pequenas em volta de uma pedra enorme, a Internet foi projetada para ajuntar redes pequenas, convertendo-as numa rede única enorme. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O jeito de fazer isso é facilitar ao máximo o envio e recepção de dados de uma rede para outra. Assim, a internet foi projetada para ser o modo mais simples concebível para mover bits de qualquer A para qualquer B. </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="2">2</a> &#8211; A Internet não é uma coisa, é um acordo. </span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Quando olhamos para um poste, vemos redes como fios. E vemos estes fios como parte de sistemas: o sistema telefônico, o de energia elétrica, o de TV a cabo, mas a Internet é diferente. Não é fiação. Não é um sistema. E não é uma fonte de programação. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Internet é um modo que permite a todas coisas que se chamam redes coexistir e trabalhar em conjunto. É uma Inter-net (inter-rede), literalmente. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O que faz a &#8220;Net&#8221; ser &#8220;Inter&#8221; é o fato que ela é apenas um protocolo &#8211; o protocolo Internet (IP &#8211; &#8220;Internet Protocol&#8221;), para ser mais preciso. </span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;"><em>Um protocolo é um acordo sobre como fazer coisas funcionarem em conjunto.</em> </span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Este protocolo não especifica o que as pessoas podem fazer com a rede, o que podem construir na sua periferia, o que podem dizer, ou quem pode dizer. O protocolo simplesmente diz: se você quer trocar bits com outros, é assim que se faz. Se você quer conectar um computador &#8211; ou um celular ou uma geladeira &#8211; à internet, você tem que aceitar o acordo que é a Internet. </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="3">3</a> &#8211; A Internet é burra</span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">O sistema telefônico, que não é a Internet (pelo menos por enquanto) é muito esperto. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ele sabe quem está chamando quem, onde eles estão, se é chamada de voz ou de dados, a distância coberta pela chamada, quanto a chamada vai custar, etc. E fornece serviços que interessam apenas à rede telefônica: chamada em espera, BINA, 0800 e muitas outras coisas que companhias telefônicas gostam de vender. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Internet é burra e de propósito, seus projetistas quiseram que a maior e mais genérica rede de todas fosse estúpida como uma caixa cheia de pedras. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Internet não sabe muitas coisas que uma rede esperta como a rede telefônica sabe: identidades, permissões, prioridades, etc. A Internet sabe apenas uma coisa: esse pacote de bits tem que ser transportado de uma ponta da rede para outra. Há motivos técnicos para a burrice ser considerada um bom projeto. A burrice é robusta. Se um roteador quebra, pacotes são conduzidos por outras rotas, o que quer dizer que a rede fica de pé. Graças à sua burrice, a Internet aceita dispositivos novos e gente nova, e por isso cresce rapidamente e em todas as direções. Também é fácil aos projetistas inserirem acesso à Internet em aparelhos novos &#8211; filmadoras, telefones, irrigadores de jardim, que vivem na periferia da Internet. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Isso porque o motivo mais importante da burrice ser uma coisa boa se relaciona menos com tecnologia e muito com valor.</span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="4">4</a> &#8211; Adicionar valor à Internet reduz o seu valor.</span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Parece estranho, mas é verdade. Se você otimiza uma rede para um tipo de aplicação, você está desotimizando-a para outras. Por exemplo, se você deixa a rede dar prioridade a dados de voz ou vídeo porque precisam chegar mais rapidamente, você está dizendo a outras aplicações que elas terão que esperar. E logo que você fizer isso, você terá mudado a Internet de uma coisa simples para todos para uma coisa complicada para apenas uma certa coisa. E aí não será mais a Internet. </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="5">5</a> &#8211; Todo o valor da Internet cresce na sua periferia. </span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se a Internet fosse uma rede esperta, seus projetistas teriam antecipado a necessidade de um bom mecanismo de busca e teriam integrado isso na própria rede. Mas como os projetistas eram inteligentes fizeram a Internet burra demais para isso. Assim, a busca é um serviço que pode ser implantado em qualquer uma das milhões de pontas da Internet. Como qualquer um pode oferecer os serviços que quiser a partir da sua ponta, sites de busca competem entre si, o que significa escolha para os usuários e inovações constantes. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Sites de busca são apenas um exemplo. Porque tudo que a Internet faz é jogar bits de uma ponta para outra, inventores podem fazer qualquer coisa que puderem imaginar, contando com a Internet para mover os dados para eles. Você não precisa pedir permissão ao dono da Internet ou ao administrador de sistema ou ao Vice-Presidente de Priorização de Serviços. Se você tem uma idéia, basta executá-la. E toda vez que você faz isso, o valor da Internet sobe. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Internet criou um mercado livre para inovações. Esta é a chave para o valor da Internet. Do mesmo modo&#8230; </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="6">6</a> &#8211; O dinheiro se muda para os subúrbios.  </span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Se todo o valor da Internet está na sua periferia, a conexão Internet em si deve virar uma função primária, uma commodity. E deve-se permitir que isso aconteça. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Prover commodities é um bom negócio, mas qualquer tentativa de adicionar valor à própria Internet deve ser combatida. Para ser específico: aqueles que fornecem conectividade Internet inevitavelmente vão querer prover conteúdo e serviços também, porque a conectividade apenas terá preço muito reduzido. Mantendo essas funções separadas, vamos permitir que o mercado estabeleça preços que maximizem o acesso e que maximizem inovações em serviços e conteúdo. </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="7">7</a> &#8211; Não é o fim do mundo, é um mundo de pontas. &#8211; &#8220;The end of the world? Nah, the world of ends.&#8221;  </span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Quando Craig Burton descreve a arquitetura burra da Internet como uma esfera oca composta inteiramente de pontas, ele está usando uma imagem que mostra o que é mais extraordinário sobre a arquitetura da Internet: retire o valor do centro e você viabilizará um crescimento louco de valor nas pontas interconectadas. Porque, claro, se todas as pontas estão conectadas, cada uma com cada uma e cada uma a todas, as pontas deixam de ser pontos finais. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">E o que nós, pontas, fazemos? Qualquer coisa que pode ser feita por qualquer um que quer mover bits.<br />
Notou nosso orgulho em dizer &#8220;qualquer coisa&#8221; e &#8220;qualquer um&#8221;? Isso decorre diretamente da arquitetura simples e burra da Internet. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Porque a Internet é um acordo, não pertence a nenhuma pessoa ou grupo. Não às empresas estabelecidas que operam a espinha dorsal (&#8220;backbone&#8221;). Não aos provedores que nos fornecem conexões. Não às empresas de &#8220;hosting&#8221; que nos alugam servidores. Não às associações de indústrias que acreditam que sua sobrevivência é ameaçada pelo que nós outros fazemos na Internet. Não a qualquer governo, não interessa quão sinceramente acredita que está tentando manter seus cidadãos seguros e complacentes. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Conectar à Internet é concordar em crescer o valor na periferia. E aí algo realmente interessante acontece. Todos estamos igualmente conectados. A distância não importa. Os obstáculos desaparecem e pela primeira vez a necessidade humana de conectar pode ser realizada sem barreiras artificiais.<br />
A Internet nos dá os meios de nos tornarmos um mundo de pontas pela primeira vez. </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="8">8</a> &#8211; As três virtudes da Internet </span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Esses são os fatos sobre a Internet. Como avisamos, é tudo muito simples. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Mas o que significa para nosso comportamento e, mais importante o comportamento das mega corporações e governos que até então agiam como se a Internet fosse deles? </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Aqui estão três regras básicas de comportamento que estão diretamente ligadas à natureza básica da Internet: 1º. Ninguém é dono, 2º. Todos podem usá-la, 3º. Qualquer um pode melhorá-la.  </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Vamos olhar cada uma de perto: </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 3cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="8a">8a</a>) Ninguém é dono</span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ninguém pode ser dono da Internet, mesmo as empresas por cujos &#8220;fios&#8221; ela passa, porque é um acordo, não uma coisa. A Internet não só está no domínio público, ela é um domínio público. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">E isso é uma boa coisa: </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Internet é um recurso confiável. Podemos montar empresas sem nos preocupar que a Internet S/A vai nos forçar a atualizar, dobrar o preço depois de assinarmos, ou ser comprada por um dos nossos competidores. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Não precisamos nos preocupar que partes dela só funcionarão com certo provedor e outras partes só com outro provedor, como acontece com celulares, por exemplo. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Não temos que nos preocupar que suas funções básicas só funcionarão com a &#8220;plataforma&#8221; da Microsoft, Apple ou AOL porque aquelas ficam embaixo destas, fora de controle proprietário. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A manutenção da Internet está distribuída entre todos usuários, não concentrada nas mãos de um provedor que pode quebrar, e nós todos juntos somos um recurso mais robusto do que qualquer grupo centralizado poderia ser. </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 3cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="8b">8b</a>) Todos podem usá-la. </span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Internet foi projetada para incluir todos os habitantes do planeta. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Certo, hoje apenas uma fração da população &#8211; pouco mais de 1 bilhão de pessoas está conectada à Internet. Então, &#8220;podem&#8221; na frase &#8220;todos podem usá-la&#8221;, se sujeita às variações miseráveis da sorte. Mas, se você tem a sorte de ser rico o suficiente para ter uma conexão e um dispositivo que se conecta, a Internet em si não impõe obstáculos à sua participação. Você não precisa de um administrador de sistemas que se digne deixá-lo participar. A Internet, deliberadamente, deixa permissões do lado de fora do sistema.  </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">É por isso que a Internet, para muitos de nós, tem o jeito de um recurso natural. Nós nos aproveitamos dela como se fosse uma parte da natureza humana que estava esperando aparecer tanto quanto falar e escrever agora fazem parte do que significa ser humano.</span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 3cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="8c">8c</a>) Qualquer um pode melhorá-la. </span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Qualquer um pode fazer a Internet um lugar melhor de viver, trabalhar, e criar filhos. Para piorá-la, precisa-se de alguém extremamente estúpido com uma vontade de ferro.  </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Há duas maneiras de melhorá-la. Primeiro, você pode montar um serviço na periferia da Internet que esteja disponível para quem queira usá-lo. Faça de graça, faça as pessoas pagarem por ele, coloque uma marmita para receber moedinhas, qualquer coisa.</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Segundo, você pode fazer algo ainda mais importante: habilite um conjunto novo de serviços de periferia inventando um novo acordo.</span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Foi assim que se criou o email, newsgroups, e mesmo a Web. Os criadores destes serviços não fizeram uma simples aplicação final, e certamente não mexeram no protocolo da Internet em si. Em vez disso, inventaram protocolos novos que usam a Internet do modo que ela existe, do mesmo modo que o acordo de como encodificar imagens em papel permitiu às máquinas de fax usar linhas telefônicas sem a necessidade de mudar o sistema telefônico em si. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm 3cm 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Lembre-se, porém, que se você inventar um novo acordo, para que ele gere valor tão rapidamente quanto a própria Internet, ele deve ser aberto, sem donos, e para todo o mundo. É exatamente por isso que os sistemas de mensagens instantâneas não conseguiram atingir seu potencial: os sistemas atuais &#8211; AIM e ICQ da AOL e MSN Messenger da Microsoft, são territórios particulares que podem rodar em cima da Internet, mas não são parte da Internet. Quando AOL e Microsoft decidirem rodar seus sistemas de mensagens em cima de um protocolo burro que não tem dono e que qualquer um pode usar, terão aumentado grandemente o valor da Internet. Enquanto isso, eles apenas estão sendo burros, e não no bom sentido. </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="9">9</a> &#8211; Se a Internet é tão simples, por que tantos se enganam sobre ela? </span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Seria porque as três virtudes da Internet são a antítese do modo como governos e empresas vêem o mundo?  </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Ninguém é seu dono: empresas se definem pela sua propriedade, e governos se definem pelo que controlam. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Todos podem usá-la: nas empresas, vender algo significa transferir direitos exclusivos de uso do vendedor para o comprador; nos governos, fazer leis significa impor restrições às pessoas. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Qualquer um pode melhorá-la: empresas e governos valorizam funções exclusivas; apenas certas pessoas podem fazer certas coisas, fazer as alterações corretas. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Empresas e governos pela sua própria natureza são propensas a entender erradamente a natureza da Internet. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Há outra razão porque a Internet não se explicou muito bem as grandes empresas preferem ficar nos dizendo que a Internet é apenas uma televisão lenta. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">A Internet tem sido demais como Walt Whitman, que no poema &#8220;Cantiga de mim mesmo&#8221; (&#8220;Song of myself&#8221;) disse:  </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">&#8220;Não me preocupo em ser entendido. Eu vejo que as leis elementares nunca se desculpam.&#8221; </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">De outro lado, as leis elementares da Internet nunca pensaram que haveria pessoas tentando basear suas carreiras em não entendê-las. </span></span></p>
<h2 style="margin: 1cm 1cm 0.5cm;"><strong><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="color: #000000;"><a name="10">10</a> &#8211; Poderíamos parar de fazer certos erros imediatamente. </span></span></span></strong></h2>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">As empresas cujo valor veio de distribuir conteúdos em formatos que o mercado não quer mais, estão escutando, gravadoras. Podem parar de pensar que bits são átomos ultra-leves. Vocês nunca vão nos impedir de copiar os bits que quisermos. Em vez disso, porque não nos dar razões para preferir comprar música de vocês? Poderíamos até ajudá-los a vender, se nos pedissem. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os funcionários públicos que confundem o valor da Internet com o valor dos seus conteúdos poderiam entender que, mexendo no centro da Internet, estão na verdade reduzindo seu valor. Na verdade, talvez poderiam entender que ter um sistema que transporta todos os bits igualmente, sem censura de governos e indústrias, é a força mais poderosa já vista a favor da democracia e dos mercados abertos.  </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os provedores existentes de serviços de rede dica: começa com &#8220;tele&#8221; e termina com &#8220;comunicações&#8221; &#8211; poderiam aceitar que a rede burra vai engolir as suas redes espertas. Eles poderiam engolir essa pílula agora em vez de gastar centenas de bilhões de dólares para retardar o processo e lutar contra o inevitável. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">As agências governamentais responsáveis pela alocação de espectro poderiam notar que o valor do espectro aberto é o mesmo valor real da Internet. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Os que querem censurar idéias poderiam entender que a Internet nunca conseguiria distinguir um bit bom de um bit mau, em qualquer circunstância. Qualquer censura teria que ser feita nas pontas da Internet &#8211; e nunca vai funcionar bem. </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Talvez empresas que pensam que podem nos forçar a escutar suas mensagens &#8211; seus banners e telas intrometidas que se superpõem às páginas que estamos tentando ler &#8211; entendam que nossa habilidade de pular de site em site faz parte da infraestrutura da Web. Elas poderiam simplesmente abrir páginas dizendo &#8220;Olá! Não entendemos a Internet. E aliás, te odiamos.&#8221;  </span></span></p>
<p align="justify" style="margin: 0cm;"><span style="font-family: Arial,sans-serif;"><span style="font-size: small;">Chega disso. Chega de bater nossas cabeças contra os fatos da vida na Internet.<br />
Não temos nada a perder, apenas nossa burrice. </span></span></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
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